Owing No Satisfaction

It is not up to the voiceless, disabled or disadvantaged to try and explain their situation in order to be understood.
It is entirely up to the ones who have a voice to try and step out of their comfort zones to care and practically advocate for those who genuinely struggle in society.

In the end it has nothing to do with awareness.

It is rather a hands-on approach on loving people:

“Members of the ruling group feel entitled to invade my space with questions.
And we feel almost obliged to respond in order to educate people.
It is not our obligation.
We are just citizens like all the others, enjoying the public space;
We are not here to be the educational time of anyone’s day.”

– Luiz Fernando Vianna.

Não cabe aos que não têm voz, aos deficientes ou aos mais desfavorecidos tentar explicar as suas situações para serem compreendidos.
Depende inteiramente daqueles que têm uma voz tentar sair de suas zonas de conforto para cuidar e defender de forma prática aqueles que genuinamente lutam na sociedade.

No final não tem nada a ver com a consciência.

É uma questão de ter uma abordagem prática no amor às pessoas:

“Os membros do grupo dominante se sentem no direito de invadir meu espaço com perguntas.
E nos sentimos quase na obrigação de responder, para educar as pessoas.
Não é nossa obrigação.
Somos cidadãos como quaisquer outros, desfrutando o espaço público;
Não estamos ali para ser o momento educativo do dia de ninguém.”

– Luiz Fernando Vianna.

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