An Era of Victims

Psychology is not an excuse for self-victimisation.

I am going to repeat: psychology is NOT an excuse for self-victimisation.

That is, the study of the mind with behaviours and attitudes as consequences is not an excuse for us to shrink into victims of the biology behind our emotions or whatever has happened to us in our past.

What is Psychology?

psychology
sʌɪˈkɒlədʒi
noun
noun: psychology; plural noun: psychologies.

1. the scientific study of the human mind and its functions, especially those affecting behaviour in a given context.

2. the mental characteristics or attitude of a person or group.

3. the mental factors governing a situation or activity. (“the psychology of interpersonal relationships”).

It is quite vital for us to define this whenever we talk or argue on issues involving psychology, because unfortunately we live in an era where individuals tend to shrink themselves into victims of their past, as if whatever has happened to them, including their upbringing, can be the final and defining answer to the questions behind their behaviours and struggles.
A Psychology that is sound, healthy and complete is one where we face our problems with a “hands on” approach instead of just entering into a cycle of self-pity and victimisation.
That is: whenever the reason behind a problem arises and comes to the surface (whether it’s our upbringing, rejection, fear, abuse, being neglected, etc), it happens in Psychotherapy, just so that we may take practical steps for active change.
You are not a victim of your past or your emotions. You have innate authority and responsibility to choose differently.
This is ground-breaking and life-changing when we apply it to real life during Psychotherapy. The very reason why we see so many patients with little change who have been doing therapy for more than 30 years is passivity.
When we understand and observe that something is wrong, we must:
1. Acknowledge;
2. Find out why;
3. Take action.
Great majority of us these days only follow the first 2 steps above. But the proof of the pudding is in the third one.
We can think and reason correctly for years… And sometimes throughout our entire lives. But practical action is what will take us further in life.
Does this sound familiar?
Such is life. Whatever applies to faith will be applicable to our belief systems not just about others, but also ourselves:
Dear friends, do you think you’ll get anywhere in this if you learn all the right words but never do anything?
Does merely talking about faith indicate that a person really has it?
For instance, you come upon an old friend dressed in rags and half-starved and say, “Good morning, friend! Be clothed in Christ! Be filled with the Holy Spirit!” and walk off without providing so much as a coat or a cup of soup—where does that get you? Isn’t it obvious that God-talk without God-acts is outrageous nonsense?
I can already hear one of you agreeing by saying, “Sounds good.
You take care of the faith department, I’ll handle the works department.”
Not so fast.
You can no more show me your works apart from your faith than I can show you my faith apart from my works.
Faith and works, works and faith, fit together hand in glove.
(James 2:14-26, MSG)
practical-5

A psicologia não é uma desculpa para a auto-vitimização.

Vou repetir: a psicologia NÃO é uma desculpa para a auto-vitimização.

Ou seja, o estudo da mente com comportamentos e atitudes como conseqüências não é uma desculpa para que nos encolhamos como vítimas da biologia por trás de nossas emoções ou o que quer que tenha acontecido conosco em nosso passado.

O que é Psicologia?

psicologia
Sʌɪkɒlədʒi
substantivo
Substantivo: psicologia; Plural substantivo: psicologias.

1. o estudo científico da mente humana e suas funções, especialmente aquelas que afetam o comportamento em um dado contexto.

2. as características mentais ou atitude de uma pessoa ou grupo.

3. os factores mentais que regem uma situação ou actividade. (“A psicologia das relações interpessoais”).

É absolutamente vital para nós definir isso sempre que falamos ou discutimos sobre questões envolvendo psicologia, porque, infelizmente, vivemos em uma época em que os indivíduos tendem a se encolher como vítimas de seus passados, como se tudo o que aconteceu a eles, incluindo as suas infancias, possam ser a resposta definitiva e final para as perguntas por trás de seus comportamentos e dificuldades.

Uma psicologia que é saudável, com sanidade e completa é aquela onde enfrentamos nossos problemas com uma abordagem de “mãos à obra” ao inves de apenas entrar em um ciclo de auto-piedade e vitimização.

Ou seja: sempre que a razão por trás de um problema surge e vem à tona (quer seja a nossa infancia, rejeição, medo, abuso, negligência, etc.), isso acontece na Psicoterapia apenas para que possamos tomar medidas práticas para uma mudança ativa.

Você não é uma vítima do seu passado ou suas emoções. Você tem autoridade e responsabilidade inatas para escolher uma forma diferente.

Isso é inovador e muda as nossas vidas quando aplicamos à vida real durante a Psicoterapia. A própria razão pela qual vemos tantos pacientes com pouca mudança que têm feito terapia por mais de 30 anos é a passividade.

Quando compreendemos e observamos que algo está errado, devemos:

1. Reconhecer;
2. Descubrir o porquê;
3. Agir.

A grande maioria de nós nestes dias apenas segue os primeiros 2 passos acima. Mas a prova do pudim está no terceiro passo.

Podemos pensar e raciocinar corretamente por anos … E às vezes durante toda a nossa vida. Mas a ação prática é o que nos levará mais longe na vida.

Isso soa familiar?

Assim é a vida. Tudo aquilo que se aplica à fé, sempre será aplicável aos nossos sistemas de crenças, não apenas sobre os outros, mas também sobre nós mesmos:

Queridos amigos, vocês acham que vao chegar a algum lugar se vocês aprenderem todas as palavras certas, mas nunca fizerem nada?
Será que simplesmente falar sobre fé indica que uma pessoa realmente tem isso?
Por exemplo, você encontra um velho amigo vestido com trapos e morto de fome e diz: “Bom dia, amigo! Vista-se em Cristo! Encha-se do Espírito Santo! “

E saem sem dar nem um casaco, nem uma xícara de sopa. Não é óbvio que a conversa de Deus sem os atos de Deus é um absurdo ultrajante?
Já posso ouvir um de vocês concordar dizendo: “Parece bom.
Cuide do departamento de fé, eu cuidarei do departamento das obras.”
Não tão rápido.
Você não pode me mostrar mais suas obras além de sua fé do que eu posso mostrar-lhe minha fé além de minhas obras.
Fé e obras, obras e fé, se encaixam de mãos dadas.(Tiago 2: 14-26, MSG)
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