Who am I?

When the circumstances of your life as a womam crumble in pieces, who are you?

When that marriage or those children don’t happen, who are you?

When the marriage isn’t actually going that well, who are you?

When you don’t have a career, who are you?

When “being a mother” isn’t really that great and feels exhausting, who are you?

When the circumstances in our lives don’t happen as we expected, we are not defined by them.

When the circumstances in our lives do happen as we expected, we are also not defined by them.

Our core identities are not defined by motherhood, marriage or occupations, regardless of whether or not they occur.

Why?

Because these are earthly things and not crucial to being who we are.
Our core seed has been planted in a home that is so distant, yet so close. This home covers all women, tired, content and burdened alike, who yearn for a rest that is found in a place that transcends family life or any other thing in this world.

Although all these things (having a family, children or a job) can be good, they don’t satisfy the hunger of our hearts and minds. They don’t define us.

Our calling goes beyond being a housewife or having a job. We are called to flourish and bear fruits that outpour beyond our own gates.
It is never about just ourselves and our own. It will NEVER be.

It is by actually being who we are, confident of our identities, that we are enabled to do all the rest, whatever they may be.
Not the opposite.

When circumstances of life crumble or go well, we are His. Always.

God defines our identities.

It is very important to be in touch with this reality and assured of who we are, because when this doesn’t happen, explosions of an existential crisis come to pass within us.

We become like dry leaves, carried away by the wind, lost in the storm of life’s demands.

The fact is that these demands, with their losses and victories, pull us down.
They are exhausting!

I don’t want to depend on my life’s ups and downs to fulfill God’s purpose in my life.
I want to stand up.
I want to be constantly connected to My Maker, Who tells me who I am, without much attention to what’s going on around me.

And so it is with all of us:

You are whole, Woman.
With or without a husband.
With or without a child.
With or without a job.

You are made whole, because The Lord is The One who completes you.
Your very identity is crafted by Him and not your circumstances.
Remain in Him.

And if one day it is God’s will to give you a marriage, a career or children (or NOT), this is the very identity you will bring to the table. Not the other way around.
Please, don’t be carried away.
Don’t lose yourself in it all, because honestly speaking:

Life here in this world is not all roses and butterflies.
Only Heaven is – and the funniest thing is that in Heaven, the only thing that will remain is exactly this:

Our identities in Him.

“Sing, barren woman, you who never bore a child; burst into song, shout for joy, you who were never in labor; because more are the children of the desolate woman than of her who has a husband,” says the Lord . 
“Enlarge the place of your tent, stretch your tent curtains wide, do not hold back; lengthen your cords, strengthen your stakes.  For you will spread out to the right and to the left; your descendants will dispossess nations and settle in their desolate cities.
“Do not be afraid; you will not be put to shame. Do not fear disgrace; you will not be humiliated. You will forget the shame of your youth and remember no more the reproach of your widowhood.  For your Maker is your husband— the Lord Almighty is his name— the Holy One of Israel is your Redeemer; he is called the God of all the earth.”

(Isaiah 54:1‭-‬5)

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Quando as circunstâncias da sua vida como mulher desmoronam em pedaços, quem é você?

Quando aquele casamento ou filhos não acontecem, quem é você?

Quando o casamento não está indo realmente muito bem, quem é você?

Quando você não tem uma carreira profissional, quem é você?

Quando “ser mãe” não é realmente lá essas coisas e é um fardo, quem é você?

Quando as circunstâncias em nossas vidas não acontecem como nós esperávamos, não somos definidas por elas.

Quando as circunstâncias em nossas vidas acontecem como nós esperávamos, nós também não somos definidas por elas.

Nossas identidades centrais não são definidas pela maternidade, casamento ou ocupações, independentemente do fato dessas coisas ocorrerem ou não.

Porque?

Porque estas são coisas terrenas e não são cruciais para sermos quem somos.
Nossa semente núcleo foi plantada em uma casa que é tão distante, mas tão perto. Este lar cobre todas as mulheres, cansadas, contentes e sobrecarregadas igualmente, que anseiam por um descanso que se encontra em um lugar que transcende a vida familiar ou qualquer outra coisa neste mundo.

Apesar de todas estas coisas (ter uma família, filhos ou um emprego) terem a possibilidade de ser agradáveis, elas não satisfazem a fome das nossas mentes e corações. Elas não nos definem.

Nosso chamado vai além de ser uma dona de casa ou ter um emprego. Somos chamadas a florescer e dar frutos que se derramam além de nossas próprias portas.
Nunca é apenas sobre nós mesmos e nossas próprias coisas. E nunca será.

É por realmente ser quem somos, confiantes de nossas identidades, que somos capazes de fazer todo o resto, seja ele o que for.
Não o contrário.

Quando as circunstâncias da vida desmoronam ou vão bem, somos dEle. Sempre.

Deus define nossas identidades.

É muito importante estar em contato com essa realidade e certeza de quem somos, porque quando isso não acontece, explosões de uma crise existencial começam a acontecer dentro de nós.

Tornamo-nos como folhas secas, levadas pelo vento, perdidas na tempestade das exigências da vida.

O fato é que essas demandas, com suas perdas e vitórias, nos puxam para baixo.
Elas nos esgotam!

Eu não quero depender dos altos e baixos da minha vida pra cumprir o propósito de Deus em minha vida.
Eu quero estar de pé.
Eu quero ser constantemente ligada ao meu Criador, que me diz quem eu sou, sem muita atenção ao que está acontecendo ao meu redor.

E assim é com todas nós:

Você é completa, mulher.
Com ou sem um marido.
Com ou sem um filho.
Com ou sem uma carreira profissional.

Você é completa, porque o Senhor é quem te completa.
Tua verdadeira identidade é trabalhada à mão por Ele e não pelas tuas circunstâncias.
Permaneça nEle.

E se um dia for a vontade de Deus te dar um casamento, uma carreira ou filhos (ou NÃO), esta é a identidade que você vai trazer pra a mesa. Não o contrário.
Por favor, não se deixe levar.
Não se perca em tudo isso, porque honestamente falando:

A vida aqui nesse mundo não é um mar de rosas e borboletas.
Só o Céu é – e o mais engraçado é que no Céu, a única coisa que permanecerá é exatamente essa:

Nossas identidades nEle.

“Canta alegremente, ó estéril que não deste à luz! Exulta de prazer com alegre canto e exclama, tu que não tiveste dores de parto! Porque mais são os filhos da solitária do que os filhos da casada, diz o Senhor.

Amplia o lugar da tua tenda, e as cortinas das tuas habitações se estendam; não o impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas. Porque trasbordarás à mão direita e à esquerda; e a tua posteridade possuirá as nações e fará que sejam habitadas as cidades assoladas.

Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás confundida; antes, te esquecerás da vergonha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez. Porque o teu Criador é o teu marido; Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; ele será chamado o Deus de toda a terra.”

(Isaías 54:1‭-‬5)

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