Things

The morning was cold on that Sunday.

Although the territory and those individuals were completely unknown, the impression was that perhaps some comfort would be found in common ground, because all of those individuals seemed to have the same beliefs. This thought was quickly kicked to the outside of the back door once these individuals, one by one, began talking about “things”.

The problem was not present in the fact that they were talking about things. The irregularities were present with the way in which they talked about them – obsessively and repetitively, over and over again. And even when there was nothing left to talk about in regards to things, they would simply try to control the situation by repeating themselves and going back to the same subject again.

It is a shame when we talk, talk and talk at each other, but still end up not knowing anything about each other’s true identities, simply because of our stubbornness with hiding behind “things”.

There is validity in talking about things that bring us pleasure, things that we do or certain circumstances of our lives. These subjects can be good starters for conversation. But the important thing to know is that the conversations must move forward. They can’t just stay there.
Talking about things is safer, I know.
But in order to achieve meaningful connection, we must give up control.

As a rule of thumb: when we find ourselves talking about certain things and there is no other subject to talk about with that particular person, it means that something is lacking.

If all I ever talk about with Jenny is Tupperware every single time I see her, my friendship with her is not really going anywhere. Tupperware can be a good starter, but in the normal course of social meaningful interactions, it should go somewhere deeper. We can spend hours talking to each other about the design of lids, the shape and durability of containers and yet not know each other at all.

Tupperware conversations, after a while, become superficial, monotonous, exaggerated, obsessive and exclusive, because people that are not into Tupperware won’t really be included in the group.
There is more to life than just Tupperware talk.

Heart to heart conversation is what truly stays with us all. And of course, I am only using Tupperware as an illustration. Tupperware in this context could be anything – a job, parenting, clothes, money, children, food, etc.

As an individual who has been wired and designed for connection, my heart longs to know the hearts of my friends.
I want to know their struggles, their honesty, their character, their motivations and stories.
I want to know who the people in my life are and although talking about things can be easier, these things won’t really take me there in the long run.

People in general are tired.
And there are so many people who are broken, crumbling inside, hiding behind things.
The burden would just be so much lighter if it was shared with another without the stain of shame or comparison about “things”.

Soul conversations restore the soul.
They feed our hearts.
Meaningful connections bring healing to our dry bones that have been worn out under the stormy winds of life’s demands.

I do love certain things.
And obviously I do things as well.
But my conversations need to go beyond them.
I need to step out of my comfort zone and look at my brother and sister for who they are and not just the “things” or “circumstances” we have in common.

I need this kind of connection.
The world needs this kind of connection.

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A manhã estava fria naquele domingo.

Embora o território e os indivíduos eram completamente desconhecidos, a impressão era de que talvez algum conforto poderia ser encontrado em um terreno comum, porque todos aqueles indivíduos parecia ter as mesmas crenças. Esse pensamento foi rapidamente expulso pra fora da porta dos fundos no momento em que aqueles indivíduos, um por um, começaram a falar sobre “coisas”.

O problema não estava presente no fato de que eles estavam falando sobre coisas. As irregularidades estavam presentes na maneira como falavam sobre elas – obsessivamente e repetidamente, várias vezes. Mesmo quando não havia mais nada a falar sobre aquelas coisas, eles simplesmente tentavam controlar a situação, repetindo-se e voltando pra o mesmo assunto novamente.

É uma vergonha quando falamos, falamos e falamos com o outro, mas não conhecemos realmente suas verdadeiras identidades, simplesmente por causa da nossa teimosia em nos esconder atrás de “coisas”.

Há validade em falar sobre coisas que nos dão prazer, coisas que fazemos ou certas circunstâncias de nossas vidas. Esses assuntos podem ser bons começos pra uma conversa. Mas a coisa importante a saber é que as conversas devem seguir em frente. Elas não podem simplesmente ficar naquilo.
Falar sobre as coisas é mais seguro, eu sei.
Mas para chegar a uma conexão significativa, temos que abrir mão do controle.

Regra de ouro: quando falamos sobre certas coisas e não há outro assunto para falar com essa pessoa, isso significa que algo está faltando.

Se o assunto que eu sempre falar com Jenny é Tupperware cada vez que eu vê-la, minha amizade com ela não está realmente caminhando pra frente. Tupperware pode ser um bom começo, mas no curso normal das interações sociais significativas, a conversa deve ir pra algum lugar mais profundo. Podemos passar horas conversando entre nós sobre tampas, a forma e a durabilidade dos recipientes e ainda assim não conhecer os outros de forma alguma.

Conversas sobre Tupperware, depois de um tempo, tornam-se superficiais, monótonas, exageradas, obsessivas e exclusivas, porque as pessoas que não se interessam em Tupperware realmente não serão incluídas no grupo.
Há mais sobre a vida do que apenas conversa de Tupperware.

Conversa que é de coração pra coração é o que realmente permanece conosco. E, claro, eu só estou usando Tupperware como uma ilustração. Tupperware, neste contexto, poderia ser qualquer coisa – um trabalho, paternidade/maternidade, roupas, dinheiro, crianças, comida, etc.

Como uma pessoa que é ligada e projetada pra conexão, meu coração anseia conhecer o coração dos meus amigos.
Eu quero saber suas dificuldades, honestidades, seus caracteres, suas motivações, suas histórias.
Eu quero saber quem são as pessoas na minha vida e mesmo que falar sobre coisas seja mais fácil, essas coisas não irão realmente me levar até lá no longo prazo.

As pessoas em geral estão cansadas.
E há tantas pessoas que estão quebradas, desintegrando-se por dentro, escondendo por trás de coisas.
A carga seria muito mais leve se fosse compartilhada com outrem, sem a mancha da vergonha ou comparação sobre “coisas”.

Conversas de alma restauram a alma.
Elas alimentam nossos corações.
Conexões significativas trazem cura pra nossos ossos secos que foram desgastados sob os ventos tempestuosos das exigências da vida.

Eu amo certas coisas.
E obviamente, eu faço coisas também.
Mas minhas conversas precisa ir além delas.
Eu preciso sair da minha zona de conforto e olhar pra o meu irmão e irmã por quem eles são e não apenas as “coisas” ou “circunstâncias” que temos em comum.

Eu preciso desse tipo de conexão.
O mundo precisa desse tipo de conexão.

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