Islands & Insular Behaviour

Islands can be beautiful places, but they also can be incredibly isolating.

We are, often times, like islands in the sense that we are inclined to tend to our own plantation and “well-being”.

Often insular and inward seeking, we can be quite concerned with ourselves and our own.

We are, many times, like families grounded on a “rock” that don’t look or reach out to others.

This is the world we live in, majority of the time. But rather than strive to fit in, I would like to challenge it.

Our brains are designed to be in relationship with others. And by others, I am not referring to our own family only.

The human brain thrives in learning when it is done in conjunction with other people.

A great part of healthy development is a result of relationships and how they are done.

Insular behaviour or “Island Syndrome” as I call it, can be the result of lack in support. Because we don’t have the support we need in crucial ages of development, we tend to look inwards and protect ourselves from further disappointment.

But we also need to remember that we are not victims of our circumstances.

Our flawed world tends to feed this kind of pattern. This is due to our own sin and selfishness.

How can we shed away the Island Syndrome?

By creating connections.
By recognising it in the first place and taking an action to allow others to share in the ins and outs of our private lands.

Why is it important to do these things?

a) Because relationships with others that are real, meaningful and honest will keep negative projections away – I will write more specifically about projections later, but an example of a projection is when we blame the offense of an insecurity we already have on someone else.

Taking appropriate time to do honest conversations with the individuals around us, washes away these projections and stops the offenses from continuing.

b) For the sake of our own progress and the progress of others. We thrive when we do relationships well. We learn about humility. We learn about love. We become more sensible toward others. We become better people as we contribute to the betterment of others. It is a mutual healthy pattern – have you ever observed the negativity that surrounds people who are isolated and bitter? I have. And it is not healthy.

c) It is good for our physical health. Literally. Thinking healthy thoughts about others and actively loving them creates well organised, stable connections inside our brains. They set a good foundation for healthy body activity.

d) These things challenge us. And healthy challenges result in healthy resilience of character.

The fact is that “well-being” that is insular and self-fulfilling turns out to not be “well-being” at all. It turns out to be selfishness.

What is the point of having so much if you can’t share? To pat yourself in the back?

We were made for community. And that involves actively taking a step in the direction of humility and openness.

When trouble comes your way and the unhelpful defense mechanism of isolation try to shut you down, continue to fight to stay open like a lake.

You need other people. And when the burden of afflictions are shared with people we can trust, the burdens don’t feel so heavy anymore. And that’s the point of having community.

It helps you. It helps them.

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Ilhas podem ser lugares bonitos, mas elas também podem ser incrivelmente isoladas.

Nós somos, muitas vezes, como ilhas no sentido de que estamos inclinados a cuidar da nossa própria plantação e “bem-estar”.

Muitas vezes insulares e olhando pra dentro, somos bastante preocupados com nós mesmos e nossos familiares.

Nós somos, muitas vezes, como famílias firmadas na “rocha” que não querem se chegar aos outros.

Este é o mundo em que vivemos, na maioria do tempo. Mas ao invés de me esforçar pra me encaixar, eu gostaria de desafiá-lo.

Nossos cérebros são projetados pra estar em relação com os outros. E por outros, eu não estou me referindo apenas a nossa própria família.

O cérebro humano prospera em conhecimento quando é feito em conjunto com outras pessoas.

Grande parte de um desenvolvimento saudável é resultado de relacionamentos e como eles são feitos.

Comportamento Insular ou “Síndrome da Ilha” como eu lhe chamo, pode ser resultado de falta de apoio. Quando não temos o apoio que precisamos em idades cruciais de desenvolvimento, temos a tendência de olhar pra dentro de nós e nos proteger de mais frustração.

Mas também precisamos lembrar que não somos vítimas de nossas circunstâncias. Nosso mundo imperfeito tende a alimentar este tipo de padrão também. Isso é devido ao nosso próprio pecado e do egoísmo.

Mas como podemos lançar fora a Síndrome da Ilha?

Criando conexões.
Recohecendo o problema em primeiro lugar e agindo praticamente pra permitir que os outros possam compartilhar dos prós e contras das nossas terras privadas.

Porque é importante fazer essas coisas?

a) Porque relacionamentos com os outros que são reais, significativos e honestos tem a capacidade de diminuir projeções negativas – Vou escrever mais especificamente sobre projeções depois, mas um exemplo de uma projeção é quando colocamos a culpa da ofensa proveniente de uma insegurança nossa em outra pessoa. Tirar um tempo apropriado pra conversar honestamente com as pessoas ao nosso redor, lava essas projeções e impede a continuação das ofensas.

b) Pra o bem do nosso próprio progresso e do progresso dos outros. Nós progredimos quando nos relacionamos. Nós aprendemos sobre humildade. Nós aprendemos sobre o amor. Tornamo-nos mais sensíveis para com os outros. Tornamo-nos pessoas melhores e isso contribui para a melhoria dos outros. É um padrão mútuo saudável – você já observou a negatividade que rodeia as pessoas que estão isoladas e amargas? Eu já. E não é saudável.

c) É bom pra a nossa saúde física. Literalmente. Pensar pensamentos saudáveis sobre os outros e amar ativamente cria conexões estáveis dentro dos nossos cérebros. Elas estabelecem uma base boa pra a atividade corporal saudável.

d) Porque estas coisas nos desafiam. Desafios saudáveis resultam em resiliência saudável de caráter.

O fato é que “bem-estar”, quando é insular e se volta pra si mesmo, na verdade não é “bem-estar”. É egoísmo.

Qual é o sentido de ter tanto se você não pode compartilhar? Pra dar palmadinhas nas suas costas?

Nós fomos feitos pra a comunidade. E isso envolve ativamente tomar um passo na direção da humildade e da abertura.

Quando um problema surgir em seu caminho e o mecanismo de defesa inútil do isolamento tentar fechá-lo, continue a lutar pra permanecer aberto como um lago.

Você precisa de outras pessoas. E quando o fardo de aflições são compartilhados com pessoas em quem podemos confiar, os encargos não se sentem tão pesados.
E esse é o sentido de viver em comunidade.

Isso te ajuda. Isso ajuda os outros.

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